quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

A SENTINELA - N. 1° 2020 - EM BUSCA DA VERDADE. Resposta Apologética...


JESUS NÃO É DEUS! Dizem os TJs Na revista a sentinela N. 1- 2020 na página 11.

Jesus é muito especial porque ele foi o único criado diretamente por Deus. É por isso que a Bíblia chama Jesus de Filho de Deus. (João 20:31) Depois de criar Jesus, Jeová o usou como “trabalhador perito” para criar todas as outras pessoas e todas as outras coisas. — Provérbios 8:30, 31; Colossenses 1:15, 16.Jesus nunca disse que era Deus. Em vez disso, ele explicou: “Sou representante [de Deus], e ele me enviou.” (João 7:29) Certa vez, ao falar com um de seus discípulos, Jesus chamou Jeová de “meu Pai e Pai de vocês” e de “meu Deus e Deus de vocês”. (João 20:17) Depois que Jesus morreu, Jeová o ressuscitou para a vida no céu e deu a ele grande autoridade ao seu lado. — Mateus 28:18; Atos 2:32, 33.

Essa afirmação das TJs não é verdadeira quando dizem que Jesus não é Deus, e eles usam a sua tradução  a "TNM" que está cheia de "erros" e erros aberrantes que são usados intencionalmente para justificar os ensinamentos falaciosos. As Tjs trocam as palavras que estão no "original" hebraico e no grego por outras palavras para justificar um ensinamento que contradiz a Exegese e a hermenêutica dos textos bíblicos. Vamos vê o que a Bíblia nos diz sobre a divindade de Jesus usando outras traduções não tendesiosas. Primeiro vamos vê algumas referências que prova que Jesus é Deus no mesmo nível do Deus Pai (Iavé). Vamos usa o evangelho segundo escreveu João... 
Jesus é Deus pré existente, ele existe antes da sua encarnação. O corpo de Jesus não foi criado no céu, mas na terra no ventre de Maria. Deus não criou o verbo no céu, pois o verbo que é Deus, é Deus como o Pai é. O verbo é criador e não uma criatura criada como dizem os Tjs, as referências abaixo colabora com essa assertiva. 

Jo 1:1-3: "No princípio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez." 

No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era um deus. 2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas vieram a existir por meio dele, e sem ele nem mesmo uma só coisa veio a existir. (TNM) 

Jo 1:14: "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade."
Jo 1:15: "João testificou dele e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: o que vem depois de mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu."
Jo 1:18: "Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, este o fez conhecer."
Jo 1:27: "Este é aquele que vem após mim, que foi antes de mim, do qual eu não sou digno de desatar as correias das sandálias."
Jo 1:30: "Este é aquele do qual eu disse: após mim vem um homem que foi antes de mim, porque já era primeiro do que eu."
8:56-58: "Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu- o, e alegrou-se. Disseram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão? Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que, antes que Abraão existisse, eu sou."
Jo 17:5: "E, agora, glorifica-me tu, ó Pai, junto de ti mesmo, com aquela glória que tinha contigo antes que o mundo existisse."

As Tjs além de negarem a divindade de Jesus dizem que Jesus não pode ser adorado, pois Jesus não é Deus, mas somente o Pai (Iavé) pode ser adorado, mas isto não é verdade. Vejamos o que a Bíblia nos diz sobre isso no evangelho segundo escreveu Mateus. 

MATHEUS... 

Mt 2.2,8,11 - Os magos adoram Jesus. 

8.2-3 - O leproso adorou a Jesus e foi curado. 

9.18 - Um chefe da Sinagoga adorou Jesus e sua filha ressuscitou. 

14.33 - Os discípulos adoram a Jesus por ter acalmado a tempestade. 

15.25 - A Mulher cananeia adorou a Jesus e sua filha foi liberta dos demônios. 

20.20 - A mãe de João e seus irmãos adoram Jesus e foi repreendida por buscar poder para seus filhos no Reino de Deus. 

28.9 As Marias adoram Jesus depois da sua ressurreição. 

28. 17 - Os discípulos adoraram Jesus depois da sua ressurreição, mas alguns duvidaram. 

Está claro que Jesus pode ser adorado diante das referências citadas à cima e que ele Deus. 

A outro ponto importante que mostra claramente que Jesus é Deus... 

Jesus é Deus por que Deus não pode pecar, e Jesus não pecou... Vejam essas referências.. 

2Co 5.21 Paulo diz que Jesus não conheceu pecado... 

Hb 4.14-15 - O escrito aos hebreus diz que Jesus é um sacerdote sem pecado... 

Hb 9.28 - O mesmo escritor da carta aos hebreus diz que Jesus aparecerá a segunda vez sem pecado...

1Pd 2.22 -Pedro diz que Jesus não cometeu pecado... 

1Joao 3.5 - João diz que não há pecado em Jesus... 

Para justificar a heresia cristologiaca que Jesus não pode ser adorado como o pai, as Tjs colocaram em todos os textos bíblicos que fala que Jesus foi adorado a palavra homenagiar em lugar de adorar na sua versão falaciosa a "TNM". Na Bíblia a palavra adoração faz jus os originais de grande quantidade e é usada exclusivamente para a divindade e, qualquer adoração que não for para a divindade do pai, do filho e do o Espírito Santo não é aceita por Deus. Podemos homenagear a Jesus e a Deus Pai? Sim, mas temos que ter cuido para não esquecer de só homenagear, mas também adorar a divindade do pai, filho e Espírito Santo. O Espírito Santo pode ser adorado? A Bíblia não nos diz se o Espírito Santo é ou não adorado. Mas temos nas escrituras por referência a divindade do Espírito Santo em Atos dos apóstolos no capítulo 5, neste capítulo Pedro chama o Espírito Santo de Deus, ora se o Espírito Santo é Deus... Logo se pode adorar Ló! Porém adoramos o Espírito Santo quando adoramos a Jesus e o pai, pois é o Espírito Santo que nos leva adorar o Pai no nome de Jesus. Creio ser errado adorar o Espírito Santo diretivamente, pois é ele que nos leva adorar ao Pai no nome do filho Jesus. O Espírito sempre será adorado indiretamente na "pessoa" da divindade do pai e do filho Jesus.


segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

A Trindade!

Uma coisa é clara no novo testamento... Que os pronomes são separados e Jesus nunca disse que é o pai. Jesus nunca disse: eu sou o pai, mas ele (Jesus) disse: Eu (Jesus Filho) e o (pai=Deus) somos um. Deus=o pai está dentro desta unidade (um). Em momento algum (Deus=pai) disse: Eu sou o filho.

Vou dá um exemplo básico sobre essa unidade.... Eu tenho um filho e, as pessoas que vê ele (meu filho me vê), porque é a minha cara! Não precisa nem fazer um exame de DNA. Se eu disser que o meu filho não é ele mesmo, mas que ele sou eu... Todas as pessoas dirá você está louco! Você é você e não pode ser ao mesmo tempo seu filho... Ele é ele voce é você! Mas se eu digo: eu e o meu filho somos um... Todas as pessoas vão entender que eu sou apegado ao meu filho e o meu filho é apegado a mim e que a pesar das funções somos unidos. Essa unidade entre pai e o filho é perfeita e não há contradições, mas contrastes que mostra a unidade da divindade na salvação da humanidade. O Altíssimo (Deus enviou o seu poder (o Espírito Santo que é Deus) que gerou um corpo no ventre de Maria chamado Jesus Cristo (Filho de Deus onde o Cristo pré encarnado abita). Para terminar.... Um pai pode gerar um filho, mas jamais pode ser o seu filho! Quem morreu na cruz foi Jesus e não o Espírito Santo é nem o pai, pois Deus Pai é Espírito, o Espírito Santo é Espírito e é Deus.

sábado, 8 de janeiro de 2022

Foi Pedro o primeiro papa de Roma?

Todos sabem que o título "papa" é empregado para o supremo chefe da igreja católica apostólica romana. Este termo vem do grego e significa "pai". Já em latim, é formado pela junção da primeira sílaba de duas palavras: pater patrum. que quer dizer "pai dos pais". Mas o significa do que os católicos mais gostam de conferir é: Petri apostoli potestatem accipiens, isto é, "aquele que recebe autoridade do apóstolo Pedro".

Segundo a doutrina católica, o papa é o sucessor de São Pedro no governo da Igreja Universal e o vigário de Cristo na terra. Tem autoridade sobre todos os fiéis e sobre toda a hierarquia da igreja. Além da autoridade espiritual, exerce uma territorial (interrompida de 1870 a 1929), que, a partir de 1929, foi limitada ao Estado da cidade do Vaticano. É infalível quando fala em assuntos de fé e moral (ex-cathedra). Alguns títulos que o papa ostenta dão uma amostra deste exagero, a saber: Bispo de Roma, Primaz da Itália. Patriarca do Ocidente, Vigário de Jesus Cristo, Servo dos Servos de Deus, Sumo Pontifice da Igreja Universal. Sucessor do Príncipe dos Apóstolos, Soberano do Estado da Cidade do Vaticano, Arcebispo e Metropolita da Provincia Romana e Santo Padre.

Durante a história de sua existência, o papado teve seus altos e baixos. Recentemente, o atual papa teve de pedir desculpas aos judeus por seu antecessor, o papa Pio XII, e se vê em dificuldades com a questão do celibato. Apesar de toda esta imponência de chefe de Estado, líder espiritual da maior parcela de cristãos do mundo (1 bilhão) e administrador de um império financeiro que a cada ano acumula
bilhões de dólares, algumas perguntas precisam ser feitas. 

Existem provas bíblicas e históricas que indiquem que o papa é o sucessor do apóstolo Pedro? 

Pedro foi o primeiro papa e gozou de supremacia sobre os demais apóstolos?

 Teria Pedro fundado a igreja de Roma e transformado essa igreja na sede de seu trono episcopal? 

O alvo de nossa matéria é apresentar respostas adequadas a perguntas cruciais como essas, visto que a Internet está repleta de sites de cunho apologético católico com o intuito de refutar as verdades das Escrituras Sagradas apresentadas pelos evangélicos.

TU ÉS PEDRO, E SOBRE ESTA PEDRAEDIFICAREIA MINHA IGREJA
Tu es Petrus et super hanc petram
aedificabo ecclesiam meam

Esse trecho de Mateus 16.18 é tão especial para os fundamentos papais que foi escrito em enormes letras douradas na cúpula da Basílica de São Pedro, em Roma. Destarte, ele é a fonte mais importante de toda a dogmática' católica. A expressão Tu es Petrus, carrega atrás de si uma procissão de outras heresias erigidas em cima das interpretações de textos deslocados de seus respectivos contextos, interpretados de modo arbitrário pelos teólogos e doutores católicos romanos. É ele o genitor da infalibilidade papal, do poder temporal e dos demais desvios teológicos, contradições e distorções dessa igreja. Portanto, esclarecer à luz da Bíblia todo esse equívoco teológico é desestruturar a base em que se firma a eclesiologia católica.

OS PILARES DO PAPADO

Questionáveis pressupostos principais, a saber:

A tese católica se firma em três pilares... 

1.1. Cristo edificou a Igreja sobre Pedro, numa interpretação totalmente tendenciosa e arbitrária de Mateus 16.18.19 

1.2. Pedro fundou e dirigiu a Igreja de Roma, sendo martirizado nessa cidade.

1.3. A sucessão apostólica numa cadeia ininterrupta até nossos dias: de Pedro Karol Wojtyla (João Paulo II) Outrossim, há ainda outros argumentos apresentados pelos católicos romanos que se firmam nessa
trilogia, mas, neste momento, analisaremos apenas os já mencionados.


          PETRA VERSUS PETROS 
Ao referir-se a Pedro, Jesus em prega o termo grego Petros, que significa um seiso, pedregulho. Ao referir-se à edificação da Igreja, diz que ela seria edificada não sobre o Petros (Pedro), mas sobre a petra, um rochedo inabalável. Ora, Jesus, fez nitida diferença semasiológica entre petra e Petros. Um é substantivo feminino singular e está na terceira pessoa: o outro, masculino plural, e se encontra na segunda pessoa. Além disso, o termo petra nunca é usado na Biblia em relação a homem algum, somente em relação a Deus, Logo, tal verso nem de longe insinua alguma coisa sobre Roma, sucessão apostólica ou algo similar. Os católicos conseguem ver o que não existe no texto.

EDIFICAÇÃO SOBRE QUEM?

A declaração "Tu és o Cristo, o filho do Deus vivo" é a chave para entendemos toda a problemática. Jesus perguntou a "todos, e não somente a Pedro, "quem Ele era". "Disse-lhes ele Jesus: E vos, quem dizeis que eu sou?" (Mt 16. 15). A ele - Pedro - foi revelado, em sua confissão, que Cristo era o Messias, o Filho de Deus, dai a frase: "Bem-aventurado es tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te diga que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja", ou seja, a igreja está edificada sobre a confissão de que Ele (Jesus) era o Filho de Deus.

A bem da vendade, a Igreja jamais poderia ser solidamente edificada sobre homem algum, nem mesmo Pedro. que, embora tenha sido um grande apóstolo, foi, no entanto, falível e passivel de erros, como demonstra, de maneira sobeja, o contexto imediato: "Ele  [Jesus], porém, voltando-se, disse a Pedro, Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens" (Mt 16.23), além de outros escritos do Novo Testamento em que podemos perceber a inconstância de Pedro (Mt 26.69-75).

QUEM É A PEDRA?

O significado de Petros e petra está em perfeita concordância com o contexto doutrinário e teológico neotestamentário. Sendo Petros um fragmento tirado da grande rocha, há de se ver uma conotação de todos os cristãos como Petros, e isto é descrito posteriormente pelo próprio Pedro: "Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo" (1Pe 2.5).

Por sua vez, todas as "pedras vivas" estão edificadas sobre a grande Petra, que é Jesus: "Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus: edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina; no qual todo o edifício, bem ajustado, cresce para templo santo no Senhor" (Ef 2.19-21).

Agora, comparemos o texto de Mateus 16.18 com o texto seguinte: "Diz-lhes Jesus: Nunca lestes nas Escrituras: A pedra. que os edificadores rejeitaram, essa foi posta por cabeça do ângulo: pelo Senhor foi feito isto, e é maravilhoso. aos nossos olhos? Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado, e será dado a uma nação que dê os seus frutos. E, quem cair sobre esta pedra, despedaçar-se-á; mas. aquele sobre quem ela cair será reduzido a pó" (Mt 21.42-44).

Indubitavelmente, tanto em Mateus 16.18 quanto em 21.44. Jesus é a pedra. Desde a época dos salmistas, passando pelo profeta Isaías, a palavra profética já anunciava o Messias como a pedra da esquina (Cf. SI 118.22, Is 28.16).

Igualmente, é bom lembrar que na narrativa apresentada pelo evangelista Marcos é omitida a frase de Cristo: "Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja" (Mc 8.27-30). Isto não é de pouca relevância, pois Marcos, por muito tempo, foi companheiro de Pedro. (1Pe 5.13) e, segundo Eusébio", foi de Pedro que Marcos coletou informações para redigir seu evangelho. Pedro, em nenhum momento, disse de si mesmo que era a rocha ou pedra da igreja, caso contrário, Marcos teria confirmado o fato de modo enfático. Se porventura o dogma da superioridade de Pedro é verdadeiro e de tamanha importância, como ensina a Igreja Católica, não parece praticamente inconcebível que os registros de Marcos e de Lucas silenciem a respeito? 

segunda-feira, 25 de outubro de 2021

Quem sustentou Elias no Ribeiro de querite? foi corvos ou Árabes?

Algumas pessoas dizem que os corvos que sustentou Elias no Ribeiro de querite foram nômades Aribes que eram mercadores que sempre passavam perto do Ribeiro de querite, mas essa interpretação entra em contradição com o contexto geral da Bíblia, pois corvos em todas as referencias que aparecem na Bíblia é um pássaro e não uma pessoa. 

Porque os corvos não lhe trouxeram água e somente alimento? Ou é simplesmente uma tentativa de acomodar a história a algo considerado mais historicamente plausível (ou seja, não milagroso)? Outros argumentam que alguém tão zeloso como Elias jamais comeria o que pássaros impuros trouxessem a ele.

Será que Noé soltou um árabe de dentro da Arca a fim de trazer vegetação no bico? Não há base filológica para traduzir esta passagem como algo que não seja “corvos”. Veremos o porque disso. Mas os estudiosos modernos geralmente concordam com “corvos” como a melhor tradução. Certos pesquisadores de peso fizeram os seguintes comentários:

“Agora é geralmente admitido que הָעֹרְבִים não significa árabes ou Orebites (os habitantes de uma cidade imaginária chamada Oreb), mas corvos.”  Carl Friedrich Keil e Franz DelitzschComentário do Velho Testamento (Peabody, MA: Hendrickson, 1996), 1 Ki 17:2–9.

“A palavra orev provavelmente se refere à espécie negra de cauda curta corvus rhipidurus que coloca ninhos ao redor do Mar Morto e Vale do Jordão ”. John D. Barry, Michael R. Grigoni, Michael S. Heiser et al., Faithlife Study Bible (Bellingham, WA: Logos Bible Software, 2012), 1 Ki 17:4.

A LXX também traduz isso como ‘corvos’, em grego κόραξ. (Confirma a LXX em 1 Reis 17:4) Em Gênesis 8:7 a LXX emprega a mesma palavra grega para “corvo” que encontramos no relato de Elias. Nesta passagem Noé envia um corvo para ver o que ele trará no bico. O hebraico bíblico não apoia a conclusão de que “a palavra empregada em 1 Reis 17:4 significa árabe” como dizem alguns apedeutas. Em 1 Reis ocorre a palavra עֹרֵב orev e não עֲרָב arav. É muito comum substantivos hebraicos mudarem totalmente o significado quando pronunciado com vogais diferentes, algo não prontamente perceptível para os principiantes no estudo do idioma, e que vez por outra acreditam que “inventaram a pólvora”. A pontuação vocálica não existia no tempo de Elias, contudo, as vogais sempre existiram e sempre foram pronunciadas. Os principiantes acham que os Massoretas “inventaram as vogais”, quando na verdade não é nada disso. Eles inventaram a forma gráfica delas. 

A Concordância de James Strong no número 6158 lista 10 ocorrências da mesma palavra orev e todas se referem a ave que conhecemos como “corvo”.

Portanto, temos como evidência de que não eram árabes que trouxeram alimentos para o profeta Elias, por vários motivos:

1.1. Os eruditos em sua maioria não apoiam tal conclusão. 
1.2. A espécie de corvo citada no relato, de fato existe ao redor do Mar Morto e Vale do Jordão. 
1.3. Nenhuma passagem apoia o conceito de que habitantes locais ou de uma cidade trouxeram alimentos. 
1.4. A LXX emprega a palavra grega que se refere somente a “corvos."
1.5. Todas as ocorrências da mesma palavra empregada em 1 Reis se referem ao corvo (Strong 6158). 
1.6. O corvo costuma ser conhecido pela façanha de levar alimentos e outros objetos no bico.
1.7. A vocalização massorética não diz aravim, mas orevim, ou seja, corvos e não árabes.
1.8. (1 Reis 17:3) diz que Elias estava “escondido” portanto, não poderia ter sido encontrado por ninguém.

“Este prolongado milagre parece tão improvável para alguns comentaristas bíblicos, que eles sugerem que a palavra original neste caso deve ter significado “árabes” e de forma alguma “corvos”. Mas os corvos eram a escolha ideal. Ninguém suspeitaria que essas simples aves impuras, ao voarem para o ermo com restos de comida, estivessem na realidade alimentando Elias, a quem Acabe e Jezabel procuravam em todos os reinos ao redor! — 1 Reis 18:3, 4, 10.”   

Creio que ficou bem claro que corvos não é pessoas como muitos dizem. 
Vejam estas poucas referências que confirma que corvos é uma ave e não pessoas... 

1.1. Em Gênesis 8.7 corvo é uma ave. 
1.2. Em Levítico 11.15 corvo é uma ave. 
1.3. Em Lucas 12.24 corvo é uma ave etc. 

Pesquise numa concordância Bíblia a palavra "corvos" e Verás que corvo não pode ser uma pessoa, mas um pássaro. 
 

quinta-feira, 2 de setembro de 2021

#22. NOVA ERA

22.1. Origem e fundação: Movimento sociocultural sincretista que tem com principal objetivo a promoção de uma cultura pagã, uma religião universalizada e a busca da compreensão dos poderes latentes da alma humana. Tem como marco de fundação a sociedade teosófica, fundada por Helena Petrovna Blavatsky em 1875, na cidade de Nova York, nos EUA. Tem como figura essencial de sua divulgação a atriz hollywoodiana Shirley
MacLaine. Não é apenas um pensamento religioso, mas envolve um abrangente sistema político, artístico, educacional, científico etc.

22.2. Textos normativos: Os livros de Helena Petrovna Blavatsky (A Doutrina Secreta, Isís sem Véu etc.). O texto considerado um ícone da apresentação do movimento para o público geral é o livro Conspiração Aquariana (de Merilyn Ferguson). Como o movimento é de cunho sincrético, adota também escrituras orientais como o I Ching, escritos hindus, budistas e taoistas, além de obras xamanistas, místicas, astrológicas etc.

22. 3. Deus: Deus é um ser impessoal cuja influência se sente em todo o cosmo (panteísmo). Somos naturalmente divinos e precisamos conhecer e liberar as forças místicas latentes em nossa alma que fazem parte da divindade. O problema humano não é o pecado, mas, sim, a ignorância de quem realmente somos ("seres divinos").

22.4. Jesus: Fazem a distinção básica entre Jesus (uma pessoa comum) e o Cristo (o nível de consciência espiritual elevado que pode ser obtido por qualquer um de nós). Jesus não é o Salvador, não era Deus encarnado, mas, sim, um dos grandes mestres iluminados, assim como Krishna, Buda, Hermes Trimegistro, Lao Tsé, Confúcio etc. Veio como um espírito elevado para conduzir a humanidade ao conhecimento gradativo sobre a "Era de Aquário" (Nova Era), que é a presente era.

22.5. Morte: Aqueles que estão sem luz continuarão reencarnado ininterruptamente (renascer na terra), levando-se em consideração as más e boas ações em sua vida passada. Possuem uma concepção pós-morte baseada nas religiões orientais. (hinduísmo, taoismo, xintoísmo etc.).

22.6. Outras crenças: Anulação do conceito tradicional de família. Defesa de um conceito global de governo e religião universal baseada no sincretismo, e união de todas as religiões. Relativismo ético e moral e fim dos absolutos de qualquer natureza.